Dois ex-dirigentes do INSS investigados no escândalo conhecido como "farra do INSS" fecharam acordo de delação premiada e citaram o nome de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, segundo informações divulgadas nesta semana.
Os delatores são Virgílio Oliveira Filho, ex-procurador do INSS, e André Fidelis, ex-diretor de Benefícios do órgão. Ambos foram presos na Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, que investiga descontos indevidos aplicados em benefícios de aposentados e pensionistas.
Segundo a publicação, os depoimentos também mencionariam políticos e operadores ligados ao esquema, além de supostos pagamentos irregulares milionários realizados por empresas envolvidas nas fraudes.
A defesa de Virgílio negou que haja delação em andamento, enquanto autoridades ainda analisam documentos e possíveis desdobramentos do caso.
O avanço das investigações aumenta a pressão política em Brasília e pode abrir novas frentes de apuração sobre um dos maiores escândalos recentes envolvendo recursos da Previdência.





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