O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (3) que o líder venezuelano Nicolás Maduro e a primeira-dama Cilia Flores teriam sido capturados durante uma operação militar de grande escala realizada em território venezuelano. Segundo Trump, o casal foi retirado do país e levado sob custódia norte-americana.
De acordo com o anúncio feito pela Casa Branca, a ação teria envolvido forças especiais dos Estados Unidos e ocorrido após uma série de ataques a alvos estratégicos, registrados principalmente em Caracas. Moradores relataram explosões e movimentação aérea intensa na capital venezuelana, o que levou o governo local a decretar estado de emergência.
Até o momento, não há confirmação independente sobre o paradeiro de Maduro. Autoridades venezuelanas, incluindo a vice-presidente Delcy Rodríguez, exigiram provas de vida do presidente e classificaram a ação como uma violação da soberania nacional. O ministro da Defesa da Venezuela declarou que o país resistirá a qualquer presença militar estrangeira.
Nos Estados Unidos, aliados de Trump afirmam que Maduro poderá responder a processos judiciais em solo americano, relacionados a acusações criminais já existentes contra o líder venezuelano. No entanto, detalhes sobre o local onde ele estaria detido e os próximos passos legais não foram oficialmente divulgados.
A suposta captura provocou reações imediatas da comunidade internacional. Países como Rússia e Cuba condenaram a ação, enquanto governos da América Latina pediram cautela e uma apuração independente dos fatos.
A situação segue em desenvolvimento, e organismos internacionais ainda não se manifestaram oficialmente sobre a veracidade das informações divulgadas pelos Estados Unidos.





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