Levantamentos recentes indicam que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva adotou diversas medidas de aumento ou criação de tributos desde o início do atual mandato, em 2023.
De acordo com dados divulgados pelo Poder360, foram ao menos 27 iniciativas relacionadas à elevação de impostos ou criação de novas cobranças em diferentes setores da economia ao longo de três anos de governo.
Já um manifesto assinado por frentes parlamentares, citado pela Veja, aponta 24 medidas do tipo no mesmo período, o que representaria, em média, um aumento tributário a cada 37 dias.
As medidas incluem alterações em tributos sobre setores específicos, revisão de alíquotas e criação de novas formas de arrecadação, com impacto direto em empresas e consumidores.
Por outro lado, o governo federal afirma que as mudanças fazem parte de um esforço para equilibrar as contas públicas e financiar políticas sociais, além de compensar perdas de arrecadação em outras áreas.
Especialistas avaliam que o aumento da carga tributária está ligado ao desafio de manter o equilíbrio fiscal diante do crescimento das despesas públicas. Ao mesmo tempo, críticos apontam que a estratégia pode pressionar o custo de vida e afetar a atividade econômica.
O tema segue em debate no Congresso e no setor produtivo, refletindo a disputa entre a necessidade de arrecadação e os impactos econômicos das medidas adotadas.





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