Após a conclusão do primeiro turno das eleições de 2026 no Espírito Santo, o presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Santos (União Brasil), e o deputado federal Josias Da Vitória (PP) sinalizaram uma aproximação política com o prefeito reeleito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos). Pazolini, que disputa a consolidação de seu capital político no estado, declarou recentemente apoio ao candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL). Segundo apuração de veículos locais como A Gazeta e Século Diário, o movimento gera especulações e desgaste imediato na base do atual governador e candidato à reeleição, Ricardo Ferraço (MDB). Para checagem de fatos, acompanhamento do pleito e combate à desinformação no período eleitoral, o cidadão deve consultar as diretrizes oficiais no site do [Tribunal Superior Eleitoral](https://www.tse.jus.br/).
Apesar do aceno claro entre os parlamentares da Federação União-Progressista e o prefeito republicano, até o momento não houve nenhum anúncio oficial de rompimento definitivo ou abandono formal da chapa de Ricardo Ferraço. A movimentação nos bastidores é tratada por analistas como pragmatismo político do chamado "centrão" capixaba. A repercussão do caso, no entanto, já provocou reajustes na coordenação de campanha do MDB e intensa movimentação entre as lideranças estaduais para evitar uma debandada de prefeitos e deputados na reta final do segundo turno.
Qual o impacto dessa movimentação no cenário eleitoral capixaba?
Os gestos de aproximação reconfiguram as alianças e exigem novas estratégias das coordenações de campanha no Espírito Santo.
- Desgaste Político e Especulações: A sinalização de diálogo aberto de Marcelo Santos e Da Vitória com Pazolini cria um ambiente de incerteza no palanque governista, obrigando a equipe de Ricardo Ferraço a atuar na contenção de danos e na manutenção da fidelidade de sua base aliada.
- Pragmatismo Partidário: Sem formalizar a saída da coligação emedebista, a postura dos parlamentares evidencia a flexibilidade e o reposicionamento das legendas do centro político diante do avanço de alianças conservadoras atreladas à campanha presidencial de Flávio Bolsonaro.
- Transparência Institucional: Qualquer mudança oficial em coligações partidárias e apoios formais declarados em atas deve seguir as normativas vigentes. Eleitores podem acompanhar informações sobre candidaturas, gastos e diretrizes de forma segura na plataforma do [Tribunal Superior Eleitoral](https://www.tse.jus.br/).





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