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Ataque forçou o fechamento dos aeroportos de Moscou, afetando centenas de voos Foto : AFP / CP

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Mundo

Ucrânia lança maior ataque com drones contra Moscou e fecha aeroportos na Rússia

Ofensiva aérea da Ucrânia mira a capital russa e intensifica a escalada de tensões no leste europeu

Redação Pedra Azul News

19/06/2026 - 00:00:00 | Atualizada em 19/06/2026 - 09:18:16

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Ataque forçou o fechamento dos aeroportos de Moscou, afetando centenas de voos Foto : AFP / CP

Uma nova ofensiva aérea coordenada pela Ucrânia atingiu a região metropolitana de Moscou, na Rússia. O ataque provocou o fechamento preventivo e a suspensão temporária das operações em importantes aeroportos da capital russa, gerando impactos imediatos no espaço aéreo e na segurança da infraestrutura civil.

O Ministério da Defesa da Rússia confirmou o acionamento de seus sistemas de defesa antiaérea nas primeiras horas do dia. Segundo informações oficiais divulgadas pelo governo russo, múltiplos drones de fabricação ucraniana foram interceptados e abatidos antes de atingirem alvos terrestres centrais, embora os destroços tenham causado apreensão e alterado a rotina logística da metrópole.

Diante da aproximação das aeronaves não tripuladas, as autoridades de aviação civil russa ordenaram restrições severas de pousos e decolagens. Os voos comerciais programados para os terminais internacionais de Vnukovo e Domodedovo precisaram ser desviados para aeroportos alternativos em outras regiões, restabelecendo a normalidade apenas após a emissão de boletins de segurança pelas forças armadas.

A escalada nos ataques com drones em território russo reflete uma mudança de estratégia na dinâmica do conflito. A inteligência militar ucraniana tem ampliado o raio de ação de suas incursões para demonstrar vulnerabilidades na segurança interna russa e responder aos bombardeios sistemáticos que atingem as redes de energia e cidades da Ucrânia.

Análises de conjuntura internacional indicam que a frequência dessas operações na capital russa eleva a pressão política sobre o Kremlin, que se vê obrigado a reposicionar baterias de defesa aérea para proteger áreas urbanas distantes da linha de frente. O cenário reforça as projeções de um prolongamento das hostilidades sem previsão de cessar-fogo no curto prazo.

Os desdobramentos operacionais e o monitoramento da segurança aérea internacional nesta cobertura têm como base as informações públicas apuradas pelas equipes de jornalismo do G1 e as análises do serviço de notícias da BBC News Brasil.

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