O banco Digimais, controlado pelo bispo Edir Macedo, passou a ser comparado ao Banco Master após a revelação de um patrimônio líquido negativo estimado em R$ 8,5 bilhões.
A instituição, que tem origem no antigo Banco Renner, mudou de estratégia após a aquisição total por Macedo, em 2020. Desde então, decisões de gestão e a nomeação de dirigentes sem histórico no setor financeiro chamaram a atenção do mercado.
Relatórios e análises apontam problemas na qualidade dos ativos, além de inconsistências em operações financeiras. O banco também adotou estratégias agressivas para captar recursos, com oferta de CDBs de alta rentabilidade.
O caso acendeu alerta entre analistas e autoridades. O Banco Central do Brasil acompanha a situação e já exigiu mudanças na governança da instituição.
Apesar de seguir em funcionamento, o Digimais enfrenta um cenário delicado, com riscos que podem impactar o sistema financeiro caso a crise se agrave.





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